A Sultavier é a materialização de uma herança dinástica moldada pela gratidão, pela resiliência e pelo esplendor. Nós não criamos apenas alta perfumaria de luxo; nós traduzimos uma alquimia sagrada onde as dores do passado se transformam em coroas de triunfo e as bênçãos se multiplicam em alegria. Diante das inevitáveis tempestades da existência, nossa maison estende ao mundo um manifesto de pura altivez — provando que a soberania mais genuína reside na nobreza inabalável da alma.
A Odisseia da Resiliência: Nossas coordenadas mais profundas cruzam oceanos até a Síria, na Ásia Ocidental. Sob o impacto implacável da história, o bisavô Salim e o tataravô Felipe aportaram em solo brasileiro resguardando em segredo o sobrenome ancestral Níger (posteriormente Guilherme). Desprovidos de posses, mas imbuídos de uma honra imperial, deram o primeiro passo rumo ao desconhecido e ergueram-se como mascates. Cada botão e cada linha comercializados com suor nas ruas eram a fundação de uma dinastia de retidão.
A Visão Comercial:
Essa força contínua estendeu-se ao avô, Francisco Guilherme. Conhecedor do peso de cada dificuldade, ele manteve-se firme na tradição do comércio de miudezas, mas expandiu horizontes com extraordinária inteligência. Através de trabalho incansável e negociações estratégicas brilhantes, ele consolidou solidamente a estrutura da família, abrindo caminhos para os filhos: Verdina, Florentino, Florêncio e Floriano.
O Perfume da Eternidade: Dessa base forte floresceu a matriarca da nossa história, Verdina Guilherme Majeski— que transbordava em sua existência o Verde exuberante da vida, da esperança e da renovação. Ao lado do pai, Deorivaldo Majeski, ela guardou e transmitiu com zelo sagrado os costumes e os aromas sagrados do Oriente. Essa herança afetiva e de sangue perpetua-se e floresce em novas ramificações através dos filhos Raunilho, Glória, Terezinha e Dolores, que dão continuidade a essa história por meio de suas próprias gerações.
O Legado e a Ramificação Sagrada:
Se a árvore da nossa família se expande em novas vidas através dos meus irmãos, a minha forma particular e poética de eternizar esse sangue e deixar a minha ramificação para o mundo é através da arte: materializada na alma viva da Sultavier. Essa jornada de liderança ganha solidez com o apoio do meu esposo, Julio, coautor do nosso presente. O aconchego e a sofisticação do nosso lar encontram eco na elegância imponente dos nossos gatinhos Persas, Abbu e Saad — uma raça nobre que historicamente habitava os palácios dos sultões e que hoje personifica o mistério, o luxo e a prosperidade da nossa grife.
A Anatomia de Sultavier
O nome SULTAVIER é uma assinatura heráldica que sela o elo definitivo entre o humano e o sagrado:
SULTA: A soberania, a elegância suntuosa e o respeito de um Sultão, outorgados a todo aquele que reconhece seu valor intrínseco.
VI: O milagre de viver e viver com alegria. O sopro de vida e a perpetuação que exaltam que, apesar de todas as dores enfrentadas, hoje estamos aqui colhendo as alegrias de nossa geração, celebrando a existência e mantendo viva essa linda história.
ER: O esplendor do Divino, a reverência absoluta a um Deus maravilhoso que desenha os nossos passos com fios de ouro.
A nossa Coroa é a chancela do Divino. Ela é o símbolo sagrado que sela a nossa aliança inquebrável com o Criador e a liderança da alma. É por esta razão que a nossa alta perfumaria transcende o comum: ela nasce em sublime e misteriosa homenagem Àquele que deu a vida por nós. Inspirada no gesto milenar e sagrado de dar o primeiro passo em direção ao Altar, derramando os óleos mais raros e preciosos aos pés de Jesus Cristo, cada fragrância é uma consagração de que a nossa vida é inteiramente sagrada.O nosso Verde traz a essência pura da vida, da renovação e do sopro divino que nos sustenta, enquanto o nosso Ouro (Dourado) exalta o brilho das grandes conquistas e o refinamento estético de uma grife que nasceu para honrar o extraordinário.
Sultavier convida você a dar o primeiro passo, a reivindicar o seu trono, a honrar a sua própria história e a vestir a joia invisível de uma realeza que é eterna.